No voo criativo e revitalizante da Ilha de Nantes



[Em Nantes, França] Impossível imaginar que meses depois de ouvir em uma palestra sobre a Nantes criativa estaria cursando um mestrado na área em Coimbra (Portugal) e que após mais alguns (quase por acaso num retorno de Marrocos) estaria em Nantes dentro daquele elefante, símbolo da experiência de cidade criativa que tanto surpreendeu no dia da palestra. Guardo até hoje na sala um pôster trazido de lá, que representa a revitalização criativa da ilha (com suas máquinas extraordinárias inspiradas nas ideias de Leonardo da Vinci e de Júlio Verne) numa elevação poética e flutuante sobre o resto da cidade.

Reflexão: A inclusão de Leonardo na pegada "steampunk" da Ilha de Nantes seria apenas mais uma das costumeiras utilizações desse "ingrediente" tão caro ao delicioso anacronismo de máquinas e tecnologias ou na verdade mais uma evidência da associação do fenômeno de economia e de cidade criativas ao do renascimento do Renascimento?

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